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The geopolitical anthropology of media

October 31, 2009

What would a geopolitical anthropology of media entail? In other words, how would one go about studying anthropologically (and not just ethnographically) the relationship between power, culture and geography in the emergence of contemporary media ecologies? 

A tall order, to be sure. Just thinking aloud here, as demanded by the blog genre. I’m interested in comparing the  media trajectories of different geographical regions in the global South, e.g. South America, Africa, Southeast Asia.  But I don’t want this investigation to be just about the political economy of media in different states (Brazil, Nigeria, Malaysia, etc) – although this would certainly be an integral part of the inquiry. What I have in mind is a study that lies at the intersection between geopolitics and a historical anthropology of media. I wish to explore questions such as:

* What’s the relationship between telecomms infrastructures and media ecologies in emergent economies?

* What part have major city-regions (Sao Paulo, Lagos, Kuala Lumpur…) played in the development of distinctive national and regional media cultures?

* How do states in the global South manage, if at all, the flows of media technologies, personnel, content, etc. across interstate borders?

* What kinds of media battles have broken out between regional powers, and how do these relate to the interests of multinational firms and extra-regional powers? Do major players from the North battle over the ‘media resources’ of Southern states? If so, in what ways?

* How do fiber optic and mobile telephony networks compare to gas and oil pipelines, transport networks, etc, in the strategic plans of regional players, including the major powers (EU, US, China)?

* What sorts of regional forms of cooperation have emerged around broadcasting, internet, mobile and other technologies? Have these had any significant impact on national and regional media ecologies?

* How do the distinctive political cultures of neighbouring states (e.g. Singapore, Malaysia, Indonesia) shape, and how are they shaped by, the media?

Erm, I think I’ll stop the brainstorming there. It’s 00:58 in Kuala Lumpur and I’ve a flight to catch tomorrow morning.

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9 Comments leave one →
  1. October 31, 2009 6:50 pm

    I want to colaborate for it!

  2. November 2, 2009 2:41 pm

    Great! It’s still very much early days but the project has to start somewhere… What’s the situation like in Brazil with fiber optic, mobile networks, etc?

  3. November 2, 2009 3:04 pm

    I found some informations, in portoghese. You sould use the google translator…
    http://www.cpqd.com.br/imprensa-e-eventos/the-news/4417-nova-tecnologia-vai-impulsionar-setor-.html

    🙂

    A primeira fibra óptica brasileira foi puxada na Unicamp em abril de 1977, sete anos depois de a empresa norte-americana Corning ter fabricado a primeira fibra com baixa perda de luz e, nos Laboratórios Bell, da At&T ter sido desenvolvido um tipo de laser capaz de operar a temperatura ambiente. A produção brasileira é resultado de um reitor visionário, Zeferino Vaz, que convidou três pesquisadores que estavam antenados com as descobertas americanas a liderar pesquisas nessa área na Unicamp. Os três pesquisadores – Rogério Cerqueira Leite, Sérgio Porto (morto nos anos 80) e José Ripper Filho -, que trabalharam nos Laboratórios Bell, foram os responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia de fabricação das fibras, contando com o apoio da Telebrás, que o governo brasileiro havia criado em 1972. Até 1980, o grupo de Campinas esteve na fronteira do conhecimento de fibras óticas. A transferência de tecnologia para empresas propiciou o surgimento de várias unidades de produção até que, no anos 90, a abertura de mercado limitou a atuação e as empresas perderam espaço.

    Projeto interliga centros de pesquisa com sistema

    Pelo menos 80% das fibras óticas instaladas no País estão apagadas, não passando por elas qualquer luz levando informações. Isso se deve, basicamente, ao boom da internet que ocorreu em 1999 e 2000 e levou muita gente a fazer fortunas. Acreditando numa demanda futura explosiva, as empresas investiram e instalaram imensas redes de cabos. “Foi um fenômeno financeiro e comercial”, disse o diretor de Inovação do CPqD, Antônio Carlos Bordeaux Rego. Mas a demanda não se configurou e veio a quebradeira. Muitas empresas que exploravam a transmissão faliram. No Brasil, disse, a maioria das empresas foi comprada pelas operadoras de telefonia, que aumentaram seus conglomerados porque havia muita fibra apagada. E, na medida da necessidade, elas vão acendendo essas fibras. Só que, hoje, alguns entroncamentos entre grandes cidades já estão saturados, como Rio-São Paulo e Rio-Belo Horizonte. Para aproveitar a ociosidade da rede de fibras das operadoras, surgiu o Projeto Giga, que já está em sua 2ª fase e é resultado de uma parceria entre o CpqD e a Rede Nacional de Pesquisa (RNP), voltada para o desenvolvimento de tecnologias de rede ótica, aplicações e serviços de telecomunicações associada a tecnologia IP e banda larga, prevendo a transferência de tecnologia a empresas brasileiras. Na primeira fase, foram interligados sete municípios entre Rio e São Paulo, em uma extensão de 750 quilômetros. Além da Telemar, outras operadoras – como Telefônica, Intelig, Embratel e Pegasus – também ofereceram as redes ociosas para o projeto. A Rede Experimental do Giga interliga cerca de 25 instituições e 70 laboratórios, entre centros de pesquisa e desenvolvimento, universidades e operadoras de telecomunicações distribuídos no eixo Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. Na fase 2, a intenção é ampliar esse número, estabelecendo novas parcerias, tanto com empresas quanto com universidades e institutos de ciência e tecnologia – e mesmo com outros projetos voltados para a busca de tecnologias para o futuro da internet. (MTC/AAN

  4. November 2, 2009 3:08 pm

    http://www.pro.poli.usp.br/publicacoes/artigos/inovacao-no-setor-de-telecomunicacoes-no-brasil-uma-analise-do-comportamento-empresarial?searchterm=teleco

    This paper aims to present an evaluation of the characteristics of technological behavior and innovation activities of companies from the telecommunication industry located in Brazil. The methodology adopted combines qualitative analysis and quantitative studies made with equipment suppliers, the main responsible for product technological development in the telecom industry. It was analyzed the participation of Brazilian teams in product development, not only in what respected to the local investments and activities, but also in terms of significant results obtained from this participation.

    Paper 2005
    I will look for papers 2009

  5. November 2, 2009 3:15 pm

    http://www.anatel.gov.br/hotsites/relatorio_anual_2008/abrir.htm

    I found this official brazilian repport, 2008.

  6. November 2, 2009 7:48 pm

    Tremendo, moito obrigado! No voy a necesitar traductor, pues hablo espanyol y siempre me divierte leer otras lenguas romances. Si hay algun tema en concreto que te interese me lo dices y tal vez se me ocurra algun texto relevante.

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